Nasa divulga foto com maior definição já feita da Terra

Primeira imagem do tipo foi tirada em 1972 pela Apollo 17.
Fotografia de 2012 foi feita com sonda que estuda o clima.

A Nasa divulgou nesta quarta-feira (25) o que chamou de “a mais incrível imagem em alta definição da Terra”, feita pelo satélite Suomi NPP. A fotografia foi tirada em 4 de janeiro.

As fotos da Terra são uma tradição da Nasa que começou com a Apollo 17, que tirou uma das mais famosas fotografias já feitas do espaço. Chamada de “Blue Marble” (que significa tanto “Bola de Gude Azul” quanto “Mármore Azul”, em inglês), ela foi capa de revistas por todo o mundo.

A 'Blue Marble 2012' é, segundo a Nasa, a 'mais incrível imagem em alta resolução da Terra' (Foto: NASA/NOAA/GSFC/Suomi NPP/VIIRS/Norman Kuring)A ‘Blue Marble 2012′ é, segundo a Nasa, a ‘mais incrível imagem em alta definição da Terra’ (Foto: NASA/NOAA/GSFC/Suomi NPP/VIIRS/Norman Kuring)
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Buraco negro da Via Láctea vai “devorar” nuvem com massa três vezes maior que a Terra

Representação artística do fenômeno em que o buraco negro localizado no centro de nossa galáxia começa a “devorar” nuvem de gás três vezes maior que a Terra Imagem: ESO

ORepresentação artística do fenômeno em que o buraco negro localizado no centro de nossa galáxia começa a “devorar” nuvem de gás três vezes maior que a Terra Imagem: ESO fenômeno já era especulado, mas jamais tinha sido registrado antes. Uma nuvem de gás, de massa três vezes maior que a Terra está sendo “devorada” pelo buraco negro situado no centro da nossa galáxia, a Via-Láctea.

A descoberta, liderada por Reinhard Genzel, do Instituto Max-Planck, só foi possível graças ao telescópio de última geração VLT  (Very Large Telescope), do Observatório Europeu do Sul. O estudo será publicado na edição de janeiro da  prestigiada publicação científica Nature.

A nuvem composta pelos gases hidrogênio e hélio dobrou sua velocidade em apenas sete anos e já está viajando pelo espaço a 8 milhões de km/h. Para se ter uma ideia, esse valor é mais de 130 vezes superior ao da nave mais rápida desenvolvida pela humanidade e chega a 1% da velocidade da luz. Isso significa dizer que levaria menos de dois minutos para chegar da Terra à Lua.

Nuvem condenada à destruição

Os cientistas calculam que em 2013, o objeto gasoso, passará a uma distância de 40 bilhões de quilômetros do horizonte de eventos (ponto a partir do qual não há volta) do buraco negro. Essa distância é oito vezes maior que a distância entre o Sol e Plutão, mas em termos astronômicos significa que a nuvem de gás já está condenada à destruição.

Representação artística do fenômeno em que o buraco negro localizado no centro de nossa galáxia começa a “devorar” nuvem de gás três vezes maior que a Terra Imagem: ESO

“A imagem de um astronauta esticado como um espaguete, por estar próximo de um buraco negro, é bastante comum em ficção científica. Agora podemos efetivamente ver isso a acontecer com a nova nuvem descoberta, que não vai sobreviver à experiência”, explica o astrofísico Stefan Gillesseen.

Buracos-negros, verdadeiros “monstros espaciais”

O buraco negro que fica no centro da Via-Láctea, tem massa 4 milhões de vezes maior que a do nosso Sol, ou cerca de 1,3 trilhão de vezes maior que a da Terra. Os cientistas estimam que todas as grandes galáxias possuem buracos negros, que consistem em regiões do espaço da qual nem a luz pode escapar, devido à deformação do espaço-tempo que eles causam.

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08/11/2011 – 22h52 Em rara aproximação, asteroide passa a 300 mil km da Terra, diz Nasa

“É uma oportunidade fantástica de educar o público que há coisas no espaço sobre as quais precisamos nos preocupar”, disse Ron Dantowitz, diretor do Clay Center Observatory, no Estado de Massachusetts.

Com o tamanho de um porta-aviões, caso o objeto tivesse se chocado com a Terra, poderia abrir uma cratera de 6,4 km de diâmetro e 528 metros de profundidade. E se tivesse caído no oceano, teria provocado um tsunami com ondas de até 21 metros.

Asteroides são “sobras” da formação de sistemas solares há cerca de 4,5 bilhões de anos.

DESCOBERTA

Os astrônomos que estudam este objeto, classificado como um asteroide de classe C, dizem que é muito escuro, cor de carvão, e bastante poroso.

O 2005 YU55 foi descoberto em 2005 por Robert McMillan, do projeto Spacewatch, grupo de cientistas que observa o sistema solar perto de Tucson, Arizona (sudoeste).

Leonard Ortiz/Associated Press
Cientisa americano se prepara para observar passagem de asteroide ainda durante a tarde desta terça-feira
Cientisa americano se prepara para observar passagem de asteroide ainda durante a tarde desta terça-feira

O objeto faz parte de um conjunto de 1.262 asteroides grandes, que giram ao redor do sol e têm mais de 150 metros de largura, que a Nasa qualifica como “potencialmente perigosos”.

“Queremos estudar estes asteroides, de forma que se algum dia formos atingidos, saibamos o que fazer com ele”, disse Statler.

A passagem mais próxima que um asteroide fará da Terra será em 2094, a uma distância de 269 mil km, segundo as previsões.

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Nasa: satélite de seis toneladas cai sobre a Terra Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/09/24/nasa-satelite-de-seis-toneladas-cai-sobre-terra-925432087.asp#ixzz1ZOFvt9XU © 1996 – 2011. Todos os direitos reservados a Infoglobo Comunicação e Participações S.A.

Terra, confirmou a Nasa neste sábado

24-09-2011 08:19

Nasa confirma queda de satélite; pedaços teriam atingido Canadá

RIO – O Satélite de Pesquisa de Alta Atmosfera (UARS, na sigla em inglês), que tem o tamanho de um ônibus e pesa seis toneladas, caiu na Terra na madrugada deste sábado.

A Nasa afirmou em um comunicado que o satélite caiu na Terra entre 0h23m e 2h09m (no horário de Brasília). “O momento exato da entrada na atmosfera e o local do impacto não são conhecidos com certeza”, diz a nota. O local de entrada na atmosfera foi sobre o Oceano Pacífico.

De acordo com relatos de moradores no Twitter, fragmentos do equipamento caíram na região de Okotoks, uma cidade ao sul de Calgary, no oeste do Canadá. Antes de cair, sobrevoou, além do Canadá, a África e a Austrália.

A Nasa vinha informando que os restos do satélite deveriam se espalhar por uma área de 800 km e que não haveria riscos para a população.

O satélite UARS, levado à orbita em 1991, foi desativado em 2005 pela Nasa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2011/09/24/nasa-satelite-de-seis-toneladas-cai-sobre-terra-925432087.asp#ixzz1ZOGGSHqZ
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HISTÓRIA DO MUSEU DE PRÉ-HISTÓRIA DE ITAPIPOCA

Por: Silvio Teixeira

Diretor do MUPHI de Itapipoca

Lembro-me sempre com muito carinho de uma tarde do mês de março do ano de 2005, quando o Prefeito João Barroso recém eleito, chegando de uma visita à localidade sertaneja de Lagoa do Juá, adentra o gabinete da Secretaria de Cultura, Turismo e Desporto com dois fragmentos de fósseis em suas mãos (esses dois ainda são guardados em um lugarzinho especial na reserva técnica do MUPHI), naquele instante não passou por nossas cabeças que aquelas mãos carregavam o que hoje é um dos destaques culturais de Itapipoca, uma referência do município em todo o Brasil.

Nunca pude esquecer as duas perguntas feitas pelo Prefeito que foram os pilares de construção do MUPHI: “o que era aquilo e o que poderia ser feito com aquilo”. Expliquei então ao prefeito que “aquilo” eram fósseis de animais que viveram em nosso território há muito tempo e que esse tipo de achado estava sendo “freqüente” em grandes fendas no sertão (eu ainda era, de certa forma, leigo no assunto). Mas o que fazer com “aquilo”, bom, isso eu ainda não sabia. Tinha certeza, e isso esclareci ao Prefeito, de que um geólogo chamado Celso Ximenes havia escavado uma dessas fendas no ano de 2001, eu tinha visto ele em uma visita às escavações naquele ano.

Sempre que lembro da cena que agora vou descrever, sinto uma sensação muito boa, como se entendesse que a vida tivesse naquele momento conspirado ao nosso favor: era uma manhã do mês de maio do mesmo ano e eis que adentrou naquele mesmo gabinete o paleontólogo de quem falara ao Prefeito, ele era o novo contratado da nossa Secretaria.

Com as habilidades e o conhecimento de Celso Ximenes foi questão de tempo para que, no dia 17 de outubro de 2005 o Prefeito sancionasse a Lei Municipal 51/2005 que criava o Museu de Pré-história de Itapipoca, órgão ligado a Secretaria de Cultura, Turismo e Desporto. Ainda no final deste ano o MUPHI realizaria sua primeira escavação paleontológica.

O Tanque Fossilífero Jirau I foi o jazigo escavado por Celso Ximenes, Sílvio Teixeira, Carlos Santos e Wagner Moura durante o final de novembro e início de dezembro daquele ano. Logo, os principais jornais escritos e os principais canais de TV do Estado do Ceará começaram uma ampla divulgação dos importantes achados fósseis no sertão de Itapipoca, projetando no Estado a nova instituição científica que se construía enquanto pesquisadora, conservadora e divulgadora de um rico campo de pesquisa.

O Prefeito João Barroso, um entusiasta do MUPHI, criou, no prédio da antiga rodoviária, um espaço para abrigar o material coletado em campo, surge assim o Departamento do Patrimônio Pré-histórico de Itapipoca, que no início do ano de 2006 teve a importante missão de abrigar fósseis e dar condições para que fossem feitos os trabalhos de higienização, classificação e acondicionamento de quase uma enorme quantidade de sedimento retirado de dentro do tanque Jirau I durante a escavação. Nesse mesmo ano iniciou-se uma bateria de exposições, sendo que a primeira aconteceu no prédio do CPTA na localidade praiana de Lagoa do Mato. Enquanto no prédio da antiga rodoviária, a população curiosa visitava diariamente o local para admirar os enormes ossos fossilizados de gigantes que viveram nesse território até dez mil anos antes do presente. Assim iniciou-se a disseminação do fazer “ciência” em Itapipoca.

Ainda no ano de 2006 o paleontólogo Celso Ximenes deixa seu cargo em Itapipoca para iniciar um mestrado na UFRJ, deixando o seu então assistente Sílvio Teixeira como responsável e guardião da coleção que agora começava a se formar. Com a ausência do paleontólogo problemas surgem: a equipe da escavação foi desfeita, a falta de recursos paralisa a evolução das exposições, e o pior de tudo, o número de fósseis se tornava cada vez mais crescente e já não dava para saciar a sede de conhecimento dos professores e estudantes de Itapipoca em relação aos fósseis, era preciso inovar.  A exposição foi transferida para a sede da SECUTUDI, no centro da cidade, ficando lá até que a já extinta Rede Nacional de Paleontologia fizesse a doação equipamentos para o MUPHI.

No final do ano de 2007 o então secretário Paulo Maciel Júnior convence o Prefeito a montar a exposição permanente do MUPHI em uma sala no Shopping Classita, para onde os fósseis e equipamentos começam a ser transferidos. Somente no mês de dezembro foi possível abrir as portas de uma exposição mais planejada e com peças que por si só explicavam toda a história dos grandes mamíferos, mas surge outro elemento: o homem. Vestígios arqueológicos começam a surgir em meio as pesquisas e o homem pré-histórico tem seu lugar reconhecido dentro do MUPHI.

No ano de 2008 Sílvio Teixeira começa um trabalho de divulgação massiva em inúmeras palestras em escolas, visitas a sala de exposições e inicia uma trilha científica no sítio paleontológico Jirau. Também nesse ano Celso Ximenes pesquisa os arquivos do Museu Nacional e faz um resgate de documentos da escavação paleontológica realizada em Itapipoca pelo naturalista Carlos de Paula Couto no ano de 1961, esse documento tem mais de 260 páginas e foi um dos maiores resgates históricos de um único fato já registrado no município de Itapipoca. Iniciam-se as publicações em congressos de paleontologia pelo Brasil, o que ajuda a projetar ainda mais o nome do MUPHI e de Itapipoca no mundo científico na área de paleontologia.

O Iphan toma conhecimento da existência de uma vasta coleção arqueológica em Itapipoca sob a guarda do MUPHI, material esse encontrado dentro do território de Itapipoca, o órgão então faz o tombamento de toda a coleção, descrevendo e fotografando mil e vinte e seis peças arqueológicas, a maioria delas material indígena de antes da colonização européia. Universidades de outros estados começam a se interessar pela coleção e novas publicações de artigos científicos são feitas, fazendo com que a população local, principalmente estudantes universitários e professores reconheçam esse patrimônio científico como um tesouro cultural para ser estudado e conservado. No final de 2008 foram catalogados novos sítios arqueológicos com pinturas rupestres, tendo

a frente dessas expedições de identificação Sílvio Teixeira, já conhecido como Diretor do MUPHI e Benedito Freire, um amante da arqueologia em Itapipoca.

A partir do ano de 2009 atividades como a Semana Nacional de Museus e a Primavera dos Museus passam a fazer parte do quadro anual de atividades do MUPHI, esses eventos ajudaram a divulgar cada vez mais o conhecimento da ciência entre os jovens e adultos do município.

O ano de 2010 foi o ano em que o MUPHI mais se projetou em termos de publicação científica, principalmente por pesquisas realizadas a partir de uma nova classificação do material fóssil por Sílvio Teixeira e a identificação de mil peças pelo professor da PUC Castor Cartelli. A coleção tornou-se conhecida por ter mais de dez mil peças, sendo que quase 20% delas já catalogadas, essa catalogação é um trabalho desenvolvido a partir da nova gestão da Secretaria de Cultura e Turismo, o Secretário Alexandre de Sousa (Alex) teve a preocupação de manter o trabalho de tombamento em andamento, garantindo os subsídios necessários para o trabalho. A descrição das peças durante o tombamento foi feita por Sílvio Teixeira no primeiro semestre desse ano. Universidades federais como UFCE, UFRJ, UFRS e estaduais como EUCE, EURN e UEPB publicaram vários artigos científicos baseados no estudo da coleção do MUPHI. Artigos em jornal escrito TV e Internet tornaram-se rotineiros durante o último ano, projetando o MUPHI em um cenário nacional.

No ano de 2011, o Secretário de Cultura e Turismo Alexandre de Sousa (Alex) busca recursos junto ao Ministério do Turismo para a construção da sede definitiva do MUPHI. Um levantamento feito em documentos dos arquivos do museu mostra que, nos últimos dois anos, mais de cinco mil pessoas visitaram a exposição permanente no Shopping Clacita, ou estiveram em visitas aos sítios paleontológicos ou receberam a visita do Diretor do museu em suas escolas e universidades, através de exposições itinerantes e palestras. A última delas, durante a Semana Nacional de Museus no mês de maio, onde uma exposição dos 50 Anos da Expedição do Museu Nacional aos Tanques de João Cativo foi levada a oito escolas e uma universidade, além de divulgação em rádio e Internet.

Esta é uma história que está apenas começando. Ainda para o ano de 2011 o MUPHI lançará, pela primeira vez, artigos de paleontologia em congresso internacional, na Argentina. Um artigo de arqueologia inovador assinado por Sílvio Teixeira, sobre ferramentas líticas e cerâmica indígena em tanques fossilíferos promete desvendar novos conhecimentos sobre a idade do homem na região de Itapipoca e no final do ano uma escavação será realizada, dessa vez para a construção de uma tese de doutorado que envolverá cinco universidades brasileiras.

O Museu de Pré-história de Itapipoca é hoje um dos orgulhos da cultura itapipoquense, um ícone representativo do município e um dos projetos mais marcante do governo de João Barroso.

Sílvio Teixeira

Diretor do MUPHI

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Pela 1ª vez, navio a energia solar atravessa o mar da China

Um navio movido a energia solar chegou nesta segunda-feira a Hong Kong, depois de seis dias de difícil navegação por causa das condições meteorológicas nas Filipinas, e se tornou a primeira embarcação deste tipo a atravessar o mar da China.

A superfície da embarcação serve como “gerador solar” e ela pode navegar, inclusive, sem insolação direta, pois a energia produzida é armazenada em uma bateria.

No trajeto de mil quilômetros, que separam as Filipinas de Hong Kong, o navio passou por condições delicadas, entre a monção e as tempestades tropicais, declarou a equipe suíça responsável pela iniciativa.

Alex Hofford/Efe
O PlanetSolar começou a volta ao mundo em 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em 2012
O PlanetSolar começou a volta ao mundo em 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em 2012

Em Hong Kong, o catamarã, chamado PlanetSolar, participará de vários eventos.

A embarcação começou sua volta ao mundo em setembro de 2010, em Mônaco, e espera-se que termine em maio de 2012.

O objetivo do projeto é que o navio passe oito meses no mar, movido unicamente pela energia solar para provar que o sol é uma fonte confiável para o transporte ecológico de pessoas e mercadorias pela via marítima.

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Rede de TV americana é invadida por documentário sobre Wikileaks

Invasores reclamaram da qualidade do “WikiSecrets”.
Grupo publicou notícia falsa sobre rapper.

Altieres Rohr Especial para o G1

Julian Assange em cena do documentário “Wikisecrets” da PBS. Hackers ficaram descontentes com a produção (Foto: Reprodução)
Julian Assange em cena do documentário
‘Wikisecrets’ da PBS. Hackers ficaram descontentes
com a produção (Foto: Reprodução)

Um grupo chamado de “Lulz Boat” invadiu páginas da rede de TV americana PBS. A rede, que não tem fins lucrativos, produziu o documentário “Wikisecrets” para o programa Frontline. Os membros do grupo Lulz Boat consideram que o documentário não era justo para com o Wikileaks e invadiram a página da emissora, publicando uma notícia falsa afirmando que o rapper Tupac Shakur, morto em 1996, ainda estaria vivo e vivendo na Nova Zelândia.

Uma porta-voz da PBS desmentiu a notícia no Twitter, afirmando que o site tinha sido hackeado. Além da notícia falsa, os invasores também roubaram credenciais de login e outras informações de bancos de dados da emissora. As informações foram postadas na internet.

O documentário “Wikisecrets” foi veiculado no dia 24 de maio e trouxe um perfil de Bradley Manning, o analista de inteligência que vazou milhares de telegramas de embaixadas norte-americanas para o Wikileaks. Julian Assange, fundador e porta-voz da organização, também foi apresentado no documentário.

O grupo Lulz Boat disse não ter nenhuma relação com o Anonymous – outro rótulo associado à ações de defesa do Wikileaks. Os invasores revelaram que uma brecha dia zero (sem correção) no software de blogs Movable Type foi usada para obter acesso aos sistemas da PBS.

E-mails, senhas e logins de cerca de 1500 repórteres e colaboradores da PBS foram obtidos sem autorização pelos atacantes.

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Teste exclusivo: Nissan GT-R, o matador de Ferraris

Revista

Teste exclusivo:

Andamos com o superesportivo no Brasil e nos surpreendemos – para o bem e para o mal

Texto: Rodrigo Ribeiro

Fotos: Mário Villaescusa

(08-04-11) – Sempre que lojas como a Só Veículos cedem um veículo ao WebMotors, procuro pesquisar tudo sobre o carro antes da avaliação. Isso porque o test-drive tem percurso e duração restritos, devido ao seguro e o cuidado que o carro (que ainda será vendido) requer. Então, antes de abrir a porta do Nissan GT-R 2011 preto, já esperava uma aceleração rápida (0 a 100 km/h em 3,6 segundos) e potência de sobra (480 cv a 6.400 rpm) em um carro que cobra relativamente pouco (R$ 429 mil) por seu desempenho. Mas fui surpreendido novamente.

Enquanto me deslocava até a região onde faríamos as fotos e o vídeo do esportivo (que será publicado em breve), acelerei com cuidado o carro, visando evitar coices e arrancas involuntárias típicas de modelos turbo de alto desepenho. Nem precisava, pois as duas turbinas só começam a sobrealimentar de verdade o V6 de 3,8 litros a partir das 4.500 rpm. Até lá, você tem em mãos um cupê médio com desempenho apenas moderado para seus 1.740 kg.

Estilingue japonês
Admito que isso me decepcionou. “Cadê as acelerações descomunais, o desempenho em curvas absurdo e os freios soberbos?”, me perguntei, lembrando-me de todos os elogios publicados sobre o GT-R em 2007, época de seu lançamento. Porém bastou entrarmos em uma avenida com pouco movimento para eu entender.

Sabe todas aquelas avaliações em que o repórter fala do “coice na aceleração”, a “força G pressionando o corpo contra o banco” e a “sensação de estar sendo catapultado”? Apesar de serem clichês, todas as frases se encaixam perfeitamente para descrever a aceleração do GT-R.

Assim que o conta-giros se aproxima das 5 mil rpm, os turbos entram em ação e começam a despejar os 60 kgfm de torque nas quatro rodas. Neste momento, tudo é impressionante. O carro arranca com uma ferocidade digna de Ferrari, com o bônus do barulho do escapamento quádruplo e do assobio característico de motores sobrealimentados. Dá a impressão de que o carro manterá a aceleração descomunal até sua velocidade máxima de 310 km/h.

Mas a curva chega rápido – muito mais do que você esperava. Felizmente os freios Brembo fazem com que qualquer amador consiga parecer um piloto profissional aos olhos de seu passageiro. O que mais impressiona é que o sistema estanca o cupê com tanta eficiência que o ABS sequer é acionado. Nesse ponto o motorista ainda é brindado com o som das rápidas reduções de marcha do câmbio automatizado com duas embreagens e seis marchas. Diminuiu a velocidade para limites aceitáveis? Hora de virar.

Sobre trilhos
E esta é, na minha opinião, a maior virtude do GT-R. O sistema de tração integral faz com que qualquer curva seja passível de ser contornada até o limite de aderência dos pneus – que, diga-se, não é baixo. Com um complexo sistema de transmissão que inclui o câmbio no eixo traseiro e transeixo e cardã para conectar o trem de força, o GT-R é assentado como um carro de corrida.

Não é exagero. Alguns já passaram por aquela situação em que perceberam estar rápidos demais para contornar uma curva e pensaram “não vai dar”. Pois bem, com o GT-R dá. Para os que ainda acham que este Nissan faz curvas como qualquer esportivo, confiram o tempo de volta dele em Nürburgring. E para quem quer mais a Nissan acabou de lançar o GT-R 2012, com 530 cv e máxima de 315 km/h.

Ok, a vida não é só feita de autódromos e avenidas semi-desertas. Então vamos esperar o óleo esfriar (facilmente verificável pela telemetria on-board, que falarei logo abaixo) e ligar o som Bose para observar como o GT-R se comporta no dia-a-dia. Adianto: não é bom.

Vida dura
Tudo bem que reclamar que esportivos são duros para o asfalto brasileiro é quase sempre uma injustiça – afinal, eles foram feitos para as lisas estradas e ruas europeias, e o sistema visa muito mais desempenho do que conforto. Porém mesmo quando ajustada para seu modo mais macio, a suspensão do GT-R simplesmente é incapaz de absorver as irregularidades do asfalto. Passar por emendas de pontes e outras irregularidades é um martírio para o corpo, em especial para os ouvidos, pois mesmo bem isolada acusticamente, a cabine gera ruído.

É possível fazer um esportivo capaz de rodar nas capitais brasileiras sem que o dono faça a cotação das peças da suspensão logo no primeiro final de semana – BMW M3 e Mercedes-Benz C63 AMG estão aí para provar isso. A seu favor, o GT-R tem o desempenho em curvas fora do planeta e muito superior ao dos dois alemães supracitados. Mas se seu proprietário não for levar o carro aos (poucos) autódromos pelo país, cada passeio com o GT-R será uma eterna busca por trechos de asfalto liso.

No meio dessa montanha russa de virtudes e defeitos, não podemos deixar de lado outras características deste Nissan. Começando pelo visual, repleto de vincos e dobras por toda a carroceria. É um pouco ame-o ou deixe-o, mas faz com que o cupê de 4,65 m de comprimento não passe batido nem para o mais indiferente dos passantes.

GT-R no GT5
Dentro da cabine há tudo o que os jogadores de Gran Turismo 5já viram e um pouco mais. A coluna de direção tem regulagens independentes de altura e profundidade – dá para ajustar somente a distância sem mudar a altura. Aliás, quando o volante sobe e desce, o painel vai junto, igual ao 350Z.

Outra coisa que só aparece em partes no videogame é a tela de cristal líquido no console central. Nela o computador de bordo finalmente faz jus ao termo “computador”. Tudo o que acontece com o GT-R aparece lá. Pressão do turbo, percentual de aceleração e frenagem, medidor de força G (lateral e longitudinal) e até consumo instantâneo e médio. Apesar de achar que o comprador deste Nissan não busca grandes autonomias, aí vai o consumo médio divulgado pela Nissan nos EUA: 7,6 km/l.

O sistema, que inclui cronômetro controlado pelo volante, dá a sensação de se estar no Gran Turismo. Tem lógica: a empresa Polyphony ajudou a desenvolver o jogo e o sistema multimídia do Nissan GT-R. Ah, um comentário sobre o espaço interno: não confie na ficha técnica, pois neste esportivo só cabem duas pessoas. Os bancos de trás são ótimos para colocar malas presas ao cinto de segurança, e só.

Bom para os outros
No retorno à Só Veículos, deu para perceber que o GT-R cobra caro por sua primorosa dinâmica. Se vivêssemos na Europa ou Estados Unidos, diria que esse é esportivo ideal para quem quer andar junto com uma Ferrari e pagar 70% a menos por isso. No Brasil o GT-R é um ótimo carro – para autódromos e algumas poucas estradas. Mas justiça seja feita: quando você anda rápido com o GT-R, aprende a perdoar sua dureza de ser.

Veículo gentilmente cedido pela loja Só Veículos

Nissan GT-R 2011

Motor Seis cilindros em “V”, dianteiro, longitudinal, 24 válvulas, 3.799 cm³, biturbo
Potência 480 cv (gasolina) a 6.400 rpm
Torque 588 Nm / 57 kgfm (gasolina) a 3.200 rpm
Câmbio Automatizado com dupla embreagem, com seis marchas
Tração Integral
Direção Por pinhão e cremalheira, com assistência elétrica
Rodas Dianteiras e traseiras em aro 20” de liga-leve
Pneus Dianteiros 255/40 R20 e traseiros 285/35 R20
Comprimento 4,65 m
Altura 1,37 m
Largura 1,89 m
Entre-eixos 2,78 m
Porta-malas 315 l
Peso (em ordem de marcha) 1.740 kg
Tanque 71 l
Suspensão Dianteira e traseira independente, tipo duplo braço em A, com barra estabilizadora
Freios Disco ventilado na dianteira e traseira
Preço R$ 429.000
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Rússia celebra a conquista do espaço por Gagarin há 50 anos

De Olga Nedbaeva (AFP) – Há 1 hora

Yuri’s Night, A World Space Party

Yuri Gagarin, First Man In Space

MOSCOU — Vários cosmonautas legendários, entre eles um veterano da missão americana Apolo e a primeira mulher a viajar ao espaço, foram recebidos nesta terça-feira pelo presidente russo no Kremlin, junto com a viúva de Gagarin, para celebrar o 50º aniversário do primeiro voo espacial- realizado em 12 de abril de 1961 por Yuri Gagarin.

yuri-gagarin1

Dmitri Medvedev condecorou ex-cosmonautas russos, europeus, japoneses e americanos, expressando sua satisfação com a cooperação internacional neste domínio.

Em 12 de abril de 1961 às 09H07 de Moscou, Yuri Gagarin decolou do cosmódromo de Baikonur (Cazaquistão) a bordo de um foguete Vostok depois de pronunciar um “Vamos!” que entrou para a história.

Seu voo ao redor da Terra durou 108 minutos.

Voos: Dia Internacional de Aviação e Cosmonáutica

O lançamento da Vostok 1

Este primeiro voo espacial de um ser humano “foi um acontecimento absolutamente revolucionário, extremamente simbólico. Foi um imenso êxito do setor espacial soviético, e uma passagem entre o ‘antes’ e o ‘depois’”, declarou Medvedev em uma entrevista ao canal chinês CCTV, cujo texto foi publicado pelo Kremlin.

Durante a cerimônia transmitida ao vivo pelo canal de informação russo Vesti, o presidente russo confessou que, quando menino, “imaginava-se mais como astronauta do que como presidente” da Rússia.

A viúva de Yuri Gagarin, Valentina, estava na primeira fila. As duas filhas do casal, Galina e Elena, também estavam presentes. Elena foi nomeada há alguns anos por Vladimir Putin diretora dos museus do Kremlin.

Durante uma visita ao Centro de Controle de Voos Espaciais (Tsoup), perto de Moscou, o presidente russo afirmou que a conquista espacial é uma “prioridade” para a Rússia.

Medvedev manteve no centro uma conversação através do rádio com a tripulação da Estação Espacial Internacional (ISS).

Para agora à noite, estavam sendo realizadas em Moscou exibições de fogos de artifício para comemorar a façanha de Gagarin.

O primeiro cosmonauta da história é considerado pelos russos “a personalidade do século XX mais interessante”, segundo as pesquisas.

O primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, em visita a Kiev, vai se reunir com cosmonautas russos e ucranianos nesta antiga república soviética, que celebra igualmente o aniversário do voo de Gagarin.

Gagarin é “um homem que mudou o mundo”, declarou Putin.

Cerca de 500 atos foram organizados em 72 países do mundo para celebrar este aniversário, segundo o portal http://yurisnight.net. O grupo americano Google elegeu o voo de Gagarin como logotipo do dia.

A Rússia passará a ser este ano o único país capaz de transportar astronautas à ISS, uma vez que a Nasa está tirando de funcionamento seus ônibus espaciais.

Superação: caminhos possíveis

O cosmonauta russo, Yuri Gagarin, foi o primeiro homem a viajar pelo espaço a bordo da nave Vostok1, no dia 12 de abril de 1961. E, para comemorar o 50º aniversário deste grande feito, a Biblioteca Aleksandr Pushkin está promovendo um Concurso Cultural segundo o tema:

Superando Limites.

No decorrer da história o homem vem buscando incessantemente, não somente nas novas tecnologias, mas também – e principalmente – nas artes, possibilidades que viabilizem a construção de um mundo melhor. E a dança, sem dúvida, é um destes caminhos. O bailarino precisa evocar o melhor de si para difundir sua arte e expressar-se por meio dela. A dança – e as artes em geral – tem o poder de criar e incitar infinitas formas de enxergar o mundo. Dessa forma Yuri Gagarin foi um homem que superou as tendências de sua época. Precisamos também transpor o lugar-comum e abrir espaço para o novo.

Por isso apostamos nesta iniciativa, pois acreditamos no potencial criativo de nossos alunos que, como futuros bailarinos, estão constantemente superando e ultrapassando obstáculos.

Vamos participar, pessoal! Os dois melhores trabalhos serão expostos no varal literário e postados no blog da escola.

Confira o regulamento em nossos murais.

Participem!

Amanda C. Silva
Biblioteca Aleksandr Pushkin

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Microsoft corrige 64 brechas em lançamento mensal de correções

Pacote é o maior já lançado pela empresa.
Dos 17 boletins de segurança, nove são ‘críticos’.

Altieres Rohr Especial para o G1

Atualização recorde da Microsoft (Foto: Reprodução)Atualização da Microsoft é a maior já lançada pela
empresa (Foto: Reprodução)

A Microsoft lançou o pacote mensal de correções para abril, publicando 17 boletins de segurança que corrigem um total de 64 vulnerabilidades. É o maior pacote mensal de correções já lançado pela empresa – o anterior era de outubro de 2010, e corrigiu 49 falhas. Dos 17 boletins, nove são críticos. As correções da Microsoft são disponibilizadas na segunda terça-feira útil de cada mês.

As falhas mais graves do pacote envolvem o navegador Internet Explorer e o compartilhamento de arquivos do Windows. No primeiro caso, há falhas já em exploração na web cujo uso permite que a simples visita a um site com o navegador vulnerável resulte na infecção do sistema por pragas digitais. No segundo caso, estão vulneráveis quaisquer computadores com o compartilhamento de arquivos e o simples envio de dados pela rede é suficiente para invadir o computador. Sem proteção adequada, essa falha pode ser explorada pela internet.

O maior boletim é responsável 30 falhas no kernel do Windows – o coração do sistema operacional. Os erros permitem que um invasor que tiver acesso limitado ao PC (com um usuário desprivilegiado, por exemplo) consiga acesso administrativo. Na prática, um vírus poderia usar essa falha para infectar totalmente o sistema mesmo a partir de um usuário limitado. Normalmente, os danos estariam limitados ao usuário que rodou o vírus.

A Microsoft ainda corrigiu diversas falhas no Microsoft Office, no processamento de imagens do Windows, em ferramentas de desenvolvimento e até no editor de página de capa de Fax do Windows.

As atualizações podem ser baixadas por meio do Microsoft Update, que é configurável no Painel de Controle do Windows. A instalação das atualizações é necessária para manter o sistema livre de brechas que podem ser exploradas por criminosos para a instalação de vírus.

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